Primeiro. O dos porquês

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” Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar! “Fernando Pessoa, in Mensagem

Porquê este blog?

Porque vou deixar de viajar nos sonhos para durante alguns dias viajar por África.
Porque alguém, que eu nem conheço pessoalmente me fez um ultimato: é inevitável fazeres um blog.
Porque espero inspirar, e ajudar outros nas suas viagens.
Porque há quem queira que eu traga o Sahara dentro de um frasco, ou pelo menos um bocadinho de cada cor da areia.
Porque há quem me peça uma prenda de cada país por onde eu passe.
Porque há quem deseje que corra tudo bem.
Porque há vários agrupamentos de escuteiros que sonham com uma actividade em terras africanas.
Porque há quem fique sem dormir só de pensar que eu vou lá; o que será quando partir.
Porque tenho de pedir desculpas à família por não passar dois Natais seguidos em casa (para já).

E, por mais umas poucas de coisas, que estão lá no fundo do inconsciente e de momento não me sobem aos neurónios…

Porquê África Ocidental?

There’s nowhere on earth quite like West Africa. This is a destination with cachet, a fontier territory where the unspoiled Africa of your imagination awaits a challengin destination that promises endless opportunitie to venture into the unknown.

For some it’s the call of the wild, the lure of landscapes that provide some of Africa’s signature moments, from the deep-green rainforests of Cameroon to the otherworldly solitude of a Cape Verdean volcano. For others it’s the Sahara with pristine sand dunes and magical oases, or the Niger River, which plots a cours through the Sahel like an evocation of a fairytale. Or perhaps it will be the extraordinary escarpement villages Mali’s Dogon Country that will live longest in the memory of the beaches that you’ll never want to leave.

But West Africa is, more than anything else, defined by its people. Here, indigo-clad Tuareg nomads mingle wth some Africa’s most extraordinary cultures – Ashanti, Dogon, Hausa and Malinké. Together they make the music that has taken the world by storm and meet in the vibrant markets that bring alive Africa’s rich and colourful past.

Wherever your find youself, West Africa is an assault on the senses. It’s in-your-face, full-volume Lagos, or the silent gravitas of a camel caravan silhoueted against a blood-red Saharan sunset. It’s Atlantica sand or red Sahel dust between your toes. It’s a smile of friendship from some of the world’s poorest people. It’s beat, a rythm, an idea os Africa that has somehow survived that ravages of time.

Dive in. Return the smiles. Dance the music. But above all, immers yourself in a journey that will chande your life forever.

in, Lonely Planet – West Africa 2006

Olá! Eu sou o Samuel, autor do artigo que acabou de ler. Como você, também gosto de viajar e descobrir povos e lugares. Partilho neste blog as experiências vividas nos vários países por onde já andei. Pode saber mais sobre mim na página Sobre o autor. Espero que tenha gostado e, se tiver alguma coisa a acrescentar, deixe um comentário abaixo.

1 COMENTÁRIO

  1. “Porque há quem queira que eu traga o Sahara dentro de um frasco, ou pelo menos um bocadinho de cada cor da areia.”

    quem foi que pediu isto?? a areia do Sahara é igual á da Nazaré… ah, povo enganado!!! (eu to a gozar mas ouvi mesmo isto… e fiquei profundamente chocada.)

    bem, vê lá se te esqueces do Sahara pa mim, já que te esqueceste dos frascos…
    boas compras em
    Marraquexe.
    Fátima

  2. Olá David

    Sou apenas alguém que não te conhece, mas que te fez um ultimato… Quero que tudo te corra bem e que faças desta viagem o inicio de muitas outras e cada vez mais longe.
    Tenho um lema que me leva onde desejo e que te vai acompanhar, “Demora-te onde te sentires satisfeito”.

    Já sabes, caso precises algo do http://www.Rituais.com contacta.
    Traz muitas fotos e bons relatos para publicares 🙂

    Canhota
    Francisco

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