Montpellier, França

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Hoje dou-me ao luxo de só acordar às 10. Vou com a Fernanda, em casa de quem fiquei esta noite fazer uma visita à cidade, começando por uma zona nova, estilo neoclássico, com monumentais edifícios que à primeira vista parecem palácios ou edifícios governamentais, mas não. São apartamentos, e mora mesmo lá gente! Estranha experiência arquitectónica. O resto da cidade é como todas as outras em França: um arco do triunfo, jardins, catedrais. Almoçamos um delicioso peixe com batatas e voltamos a sair para comer um gelado. Arrisco a escolher uma das bolas com sabor a lavanda. Não sabe mal, mas passo o resto da tarde a arrotar a detergente.

Montpellier, França

Já é tarde para apanhar o último comboio que sai para Marseille quando regressamos a casa. Tomo o banho rápido e saio. Entro na estação 5 minutos antes do comboio partir e não encontro a bilheteira. No entanto informam-me que posso tirar o bilhete no comboio. Corro para lá e confirmam-me que sim. Chego ao anoitecer ao aeroporto. caminho desde o apeadeiro onde pára o comboio até ao terminal MP2 do aeroporto. É o terminal mais simples e menos movimentado em que já estive. Nem sequer parece haver ninguém a pensar passar cá a noite. E há razão para isso. O terminal MP2 fecha à noite, e somos todos postos na rua, eu e outros passageiros que entretanto chegaram. Não me parece preocupante isso. Está calor e estico logo a minha colchonete cá fora para dormir. Nem meia hora lá estou. Começa a chover, primeiro umas gotas, depois torrencialmente. Mudo-me então para o terminal principal, mas esta noite parece que está mesmo destinado que não vou dormir. Os bancos são todos individuais e desconfortáveis. Para passar o tempo passeio pelo aeroporto, tiro umas fotos, e oiço uma animada discussão em português entre uma mulher e a filha que também ali estão à espera. Por fim lá arranjo posição para dormir por meia hora. Ás 6 da manha levanto para o meu 18ºvoo, desta vez para o Porto.

Aeroporto Marseille, França

Bairro de Antigone, Montpellier, França O bairro de Antigone em Montpellier foi desenhado pelo arquitecto Ricardo Bofill num estilo neoclássico, entre o centro histórico e o rio Lez.

É um dos bairros residenciais mais estranhos que já visitei.

Todos os edifícios são monumentais, mas na verdade vive lá gente e é normal ver roupa estendida nas varandas, etc

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Olá! Eu sou o Samuel, autor do artigo que acabou de ler. Como você, também gosto de viajar e descobrir povos e lugares. Partilho neste blog as experiências vividas nos vários países por onde já andei. Pode saber mais sobre mim na página Sobre o autor. Espero que tenha gostado e, se tiver alguma coisa a acrescentar, deixe um comentário abaixo.

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