Estivemos só durante a manhã em Alexandria, e fomos visitar aquilo que a torna famosa: a biblioteca. O edifício, de arquitectura ultra moderna surge como uma lufada de ar fresco no meio dos fantásticos edifícios estilo europeu do inicio do século passado que dominam toda a marginal da cidade.
A dar as boas vindas à biblioteca está um busto do homem que deu nome à cidade, Alexandre o grande, e um interessante edifício esférico suspenso que funciona como sala de cinema para projecção de filmes científicos. Nas paredes em pedra de todo o edifício estão esculpidos caracteres de todos os alfabetos conhecidos.
O interior é verdadeiramente majestoso, com vários andares contendo uma infinidade de prateleiras, muitas delas ainda vazias. Todos os livros são muito fáceis de encontrar graças ao catálogo electrónico que é acessível através dos computadores que por lá há. Há também zonas de exposições, livros históricos, etc.
Depois da visita e do almoço, fomos até ao posto de turismo saber como era duns bilhetes de emergência para Luxor que nos tinham falado no Cairo, mas estes disseram-nos que só no Cairo. Partimos assim para a capital usando o meio de transporte mais fácil, rápido, e económico (mas menos segura, pois os condutores são kamikazes): carrinhas de 9 lugares que partem do pé da estação de comboio, e levam menos de 2 horas a chegar ao Cairo, pelo mesmo preço que o Comboio.
Uma vez no Cairo, confirmamos que não havia maneira de ir para o Luxor de comboio, a não ser no Sleeper train, o que saía do nosso orçamento. Tínhamos mesmo de nos sujeitar a uma viagem de 14 horas de autocarro. Compramos mantimentos para a viagem, e os bilhetes. A estação de autocarros é um gigantesco edifício novo, mas que estranhamente está quase vazio. Não sei se era por causa da hora, mas a ideia que ficou foi que o comboio continua a ser muito mais popular, ainda para mais num país de enormes distancias.
Às 9 da noite lá partimos. Infelizmente, tal como verifiquei também noutros países desta zona, os locais não sabem aproveitar o melhor que tem: o calor
e em todos os autocarros e comboios ligam o ar condicionada de maneira a ficar um frio polar lá dentro. Eu até me aguentei bem, mas numa paragem acabei por ir à mala buscar toda a roupa que tinha, mesmo a mal cheirosa, para emprestar aos meus colegas que já estavam a tremer de frio.
Clique aqui para ver os outros dias desta viagem
Goste do Site Dobrar Fronteiras no Facebook e seja nosso "amigo"





Egipto
Gâmbia
Guiné-Bissau
Marrocos
Mauritânia
Senegal
Macau
> Guia de viagem na Europa
Alemanha
Andorra
Bulgária
Chipre
Espanha
França
Grécia
Itália
Luxemburgo
Mónaco
Polónia
Portugal
Reino Unido
Roménia
Ucrânia
Vaticano
Emirados Árabes Unidos
Israel
Jordânia
Líbano
Síria
Turquia
Blog
Diários de Viagem
Generalidades
Guia Caminho Santiago





